segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Flor do Rio

Quando a flor de cor cintilante e amarela, num planar ao sopro do vento, pousou no rio, a mulher vaidosa a desejou. O homem: menino que vagueia no tempo, lançou mãos, braços, pernas e toda força do corpo para alcança-la, doá-la. A Flor, mulher com o sol na cara, pés na água e toda malícia...ria. Gozava com o homem e o "objeto" amarelo. Tocou, cheirou, beijou e sem querer ferir, soltou o amor. Doou a flor ao tempo, do transparente e belo transcorrer do rio e os dois jamais poderiam enjarrar, nem a paixão, nem o amor, nem o tempo, nem a flor.

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