quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Não era Juno, era menina grávida num ano eleitoral.

A menina vestiu-se de vermelho, dentro do ventre outra igual a ela. No forró, sem lenço e sem documento, ela procura o antigo amado ou outro para a vida inteira. Aos meus olhos, brigas, copos e passos de dança que não se encaixam na justiça, progresso e promessas para um Brasil melhor. Tudo que podia dizer: Bendito é o fruto do vosso ventre menina! Vá pra casa, agora! Deseje, ame e crie a cria que agora está em sua barriga.

Nenhum comentário: