Cada bafo, esbaforido grito
Que vem de suas pernas
e pára em minha nuca
Sem querer mais do seu poder de macho
Me entrego fêmea.
São gotas minhas e suas
Não há pudor na grama.
Só trocas,
no resto da luz da noite.
Nem lembro... tinha lua?
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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