
Ele mordeu cabelos, pele, ossos do crânio, comeu meu juízo, mastigou pensamentos. Tomada de extase sorri, não percebi: ele saboreava sem questinar digestão. Se cuspir, parte de mim no chão, saliva-pão; se absorve em seu sangue, eu vitamínico veneno não sei ao certo o efeito da passagem no coração. Mas, se não aceita: expulsa do estômago com agressividade, serei pasta de sonho, plasma, pasma pelo ato, depois claro... no chão, parte de você em mim - SALIVAPÃO.

Um comentário:
Bom!
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